O que fazer no Rio de Janeiro

O que fazer no Rio de Janeiro

Vai para a cidade maravilhosa? Já sabe o que fazer no Rio de Janeiro? Conto nesse relato de viagem, como foi essa minha aventura no Rio de Janeiro. Você verá coisas para fazer quando você estiver no Rio de Janeiro e muito mais. Foi uma semana intensa e muito gratificante!

Dia 01 – Praia de Grumari – O que fazer no Rio de Janeiro

Cheguei no hostel de manhã, tomei café e um banho e fui direto para a praia de Grumari que fica na zona oeste do Rio, fui com um amigo que mora no Rio de Janeiro, só assim para você conhecer Grumari, com algum nativo ou morador do Rio, pois não é famosa e conhecida pelos turistas como as outras praias do Rio de Janeiro.

Quando pesquisei o que fazer no Rio de Janeiro, não encontrei nada sobre Grumari, mas conversando lá como locais, a grande maioria tem Grumari como praia preferida no Rio. O acesso à praia de Grumari somente é possível de carro, a praia é cercada de morros e totalmente preservada, pois fica em uma área de preservação ambiental, e mesmo no feriado se via pouca gente.

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Foi ótimo para sair da muvuca do Rio de Janeiro, e na minha opinião Grumari deixou as outras praias famosas no chinelo! Grumari é a praia dos surfistas, as ondas são grandes e o mar é agitado, você consegue ver muito verde na praia que junto com a areia branquinha e o azul turquesa do mar, se transforma em uma paisagem de tirar o folego! Se você está montando o seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, não esqueça de incluir Grumari. Além de incluir Grumari no seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, inclua também a Prainha, fica ao lado de Grumari, não cheguei parar nela, mas já vi que é linda!

Ficamos curtindo a praia e almoçamos em um quiosque. Uma coisa que eu não gostei no Rio de Janeiro, foi o atendimento, de todos os lugares que fui, o único lugar que fui bem atendida, foi na favela do Vidigal

Depois de comer e tomar uma gelada era hora de voltar para a muvuca do Rio de Janeiro, saímos antes para não pegar tanto transito, mesmo assim ficamos no engarrafamento porque qualquer lugar no Rio tem transito hahaha. Chegamos em Copa e eu comprei um passeio para o dia seguinte. Chegando no hostel, só tomei um banho, comi e dormi como um anjinho, pois a viagem até o Rio foi longa.

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Dia 02 – Arraial do Cabo – O que fazer no Rio de Janeiro

8:30 da manhã o ônibus passou próximo ao hostel para me pegar e saímos do Rio de Janeiro com destino a Arraial do Cabo. Chegamos as 11:00 em Arraial e paramos na primeira praia, a Prainha.

Ficaríamos lá por uma hora, pois segundo a guia, a Marinha ia decidir se poderia sair barco para o mar aberto ou não. O vento estava violento e o mar super agitado, e quanto eu falo vento violento, não estou exagerando não, eu quase fui levada várias vezes, quando estávamos indo do ônibus até a Prainha um senhor me segurou pelo braço quando eu quase levantei voo hahaha.

Chegando na Prainha vieram 3 pessoas na minha direção (Carol, Gui e Pita) e um deles perguntou se eu estava sozinha e falou para eu ficar com eles. Uma parte super gostosa de viajar sozinha, é que as pessoas te adotam, te trazem para o círculo delas, e querem que você se divirta ao máximo. As pessoas que gostam de viajar sempre querem que as outras tenham ótimas experiências de viagem, por isso os viajantes são tão unidos! Como eu adoro isso.

Fomos os 4 Prainha a dentro, não tinha muito espaço, estava lotada, mas conseguimos encontrar um cantinho com cadeiras e guarda sol, e ficamos ali trocando ideias, ventava muito e não tinha muito o que fazer já que o mar estava congelando e muito agitado, mesmo assim já deu para ter um gostinho do caribe brasileiro, água turquesa e areia branquinha.

Após uma hora voltamos para o ônibus e descobrimos que a Marinha não autorizou nossa entrada no mar, e essa era a parte mais aguardada do passeio, pois ia parar nas ilhas e teria mergulho, assim que a guia nos informou, começou a confusão, estávamos em 42 no ônibus e ninguém estava contente com aquilo, as pessoas reclamavam que queriam o dinheiro de volta, pelo menos a metade, pois não queriam pagar para andar de ônibus apenas, a guia acalmou os ânimos dizendo que partiríamos para a praia onde era o almoço e após o almoço veríamos o que seria feito, na Praia Grande.

Almoçamos e fomos informados que ficaríamos ali na Praia Grande mesmo, até as 17:30 e depois voltaríamos para o Rio de Janeiro, e que nos seria dado R$ 20,00 pelo passeio de barco que não aconteceu, quanto a guia falou isso a gritaria foi geral, a galera estava descontente com o valor de reembolso e de ter que ficar ali na praia, que não estava para banho ou brincadeira, o mar era congelante e o vento estava quase formando um furacão na areia hahaha.

Eu paguei R$ 165,00 pelo passeio, claro que me senti lesada, mas como não tínhamos assinado nenhum contrato, o máximo que poderíamos fazer era reclamar, e reclamar adianta de que? Então fomos olhar a praia e depois sentamos em uma sorveteria conversar.

Apesar da experiência negativa que tive, recomendo fortemente que quando você estiver montando seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, inclua Arraial do Cabo, vi pouco, mas já deu para ver como é um lugar maravilhoso.

O ônibus saiu as 16:30 depois que todas as pessoas concordaram em sair mais cedo, e eu fui a última a desembarcar, cheguei no hostel quase 9 da noite. Tomei uma ducha, comi e cai na cama.

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Dia 03 – CASV – Consulado – Bondinho (Pão de Açúcar) – Corcovado (Cristo Redentor) – Lapa – O que fazer no Rio de Janeiro

Acordei as 6 da manhã, me arrumei, chamei um Uber e fui direto para o CASV, pois estava tentando tirar o visto americano (Quer saber mais sobre o visto americano? Ensino um passo a passo de como tirar o visto americano. Neste artigo – clique aqui).

Meu horário no CASV era as 7:30, cheguei já fui para a fila e entrei, no CASV foi rapidinho, apenas mostra o passaporte e o comprovante, fica na fila para tirar a foto e colher as digitais e pronto. Quando ia saindo do CASV um casal me abordou e perguntou se eu ia para o consulado (lembra que falei que as pessoas adotam quem está viajando sozinha? Hahah), respondi que estava e que minha entrevista era as 9:00, a entrevista deles era as 8:45, então dividimos o Uber e fomos para o consulado.

Fiquei sabendo tudo da vida do casal nesse meio tempo, era a segunda vez que eles tentavam o visto, lhes foi negado na primeira vez, e eles me explicaram tudo como seria lá dentro. Antes de entrar no consulado, andamos um pouco no quarteirão, pois ainda faltava um pouco para nos deixarem entrar, quando voltamos conseguimos entrar juntos, deixamos os celulares no guarda volume, pois é proibido entrar com equipamentos eletrônicos, e fomos entrar a sorte.

Chegando lá dentro a fila era grande, colheram as digitais novamente e nos mandaram aguardar sentados no saguão até sermos chamados, chegou a vez deles e lhes desejei boa sorte. Quando saíram vi a felicidade estampada na cara deles, tinham conseguido! Fiquei feliz por eles.

Ainda demorou um pouco até eu ser chamada, quando finalmente fui chamada, mais fila antes da entrevista, da fila você conseguia ouvir as perguntas aos solicitantes, e você já consegue ter uma ideia de como será, na fila que eu estava foram recusados os 3 vistos das pessoas que estavam antes de mim, fiquei nervosa, mas me acalmei conforme foram feitas as perguntas.

A entrevista é tranquila, e achei que eu estava indo bem até que ela me disse que infelizmente eu não poderia viajar para os Estados Unidos pois meu visto não foi autorizado. Assim sem explicações mesmo, e você não pode nem contestar.

Revi várias vezes a entrevista na minha cabeça, e as perguntas foram: Vai para onde? Com quem? Quem está pagando pela sua viagem? O que você faz? Tem como comprovar sua renda? (Mostrei imposto de renda e afins) O que seu pai e sua mãe fazem?

E após eu responder as perguntas ela simplesmente negou, como tinha feito com os 3 antes de mim, após pensar muito cheguei à conclusão que além de sorte de pegar um atendendo gente fina, as pessoas tem pré-conceito com quem viaja sozinha.

A única pergunta que eu hesitei por um segundo em responder foi “Com quem?” respondi a verdade, que iria sozinha, mas logo que respondi recebi aquele olhar de desaprovação, aquele olhar de quem não entende como alguém pode encontrar prazer em viajar sozinha, aquele olhar que diz “essa louca vai pra lá e não vai mais voltar, vou negar” dito e feito, negou!

Sai de lá decepcionada, é claro. Na saída encontrei o casal me esperando cheios de esperança, contei a péssima notícia e eles ficaram tristes por mim, mas me animaram a não desistir, que com eles foi assim também, desde a primeira entrevista para essa nada tinha mudado, e dessa vez eles conseguiram.

Por fim me despedi deles e voltei para o hostel. Assim que cheguei no hostel meu namorado chegou de viagem, tinha ido para o Rio para passar o final de semana comigo. Recebi o melhor abraço e o mais reconfortante, e no segundo seguinte eu já tinha esquecido do visto negado.

Pegamos um Uber e fomos pegar o bondinho para o Pão de Açúcar, o passeio é rápido e caro, mas vale a pena, não esqueça de inclui-lo quando estiver montando o seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro! A vista lá de cima é espetacular, almoçamos lá em cima, tiramos várias fotos lindas e depois descemos.

Pegamos outro Uber e fomos pegar o Trem do Corcovado para ver o Cristo Redentor, o trem sobe devagar quase parando, mas é uma delícia passar por todo aquele verde, vimos até alguns macaquinhos no caminho.

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Após descer do trem e subir as várias escadarias até chegar ao Cristo, você se sente abençoado. É engraçado ver as manobras que os turistas fazem para tirar uma selfie com ele, muitos deitados no chão, tudo para conseguir a melhor foto.

Eu consegui algumas ótimas, subindo nas muretas até que os guardinhas me pedissem para descer hahah. Escreve aí no teu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro: corcovado. Depois de muitas fotos e agradecimentos, descemos, tomamos uma gelada porque ninguém é de ferro né e voltamos para o hostel, descansamos um pouquinho e fomos para a Lapa.

Aah a Lapa! O lugarzinho cheio de vida e de diversas tribos, é uma diversidade de estilos incrível, tem bar para qualquer gosto musical. Ficamos no Bar da Garrafa, tomamos algumas geladas e provamos o famoso bolinho de feijoada do Rio de Janeiro. Reserve uma noite para a Lapa no seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, vale a pena! Depois voltamos para o hostel para descansar para a trilha do dia seguinte.

Dia 04 – Trilha Morro Dois Irmãos – Favela Vidigal – Ultra Music Festival Brasil – O que fazer no Rio de Janeiro

Acordamos as 5 da manhã, arrumamos as coisas e chamamos um Uber para nos deixar na entrada do Vidigal, a trilha Morro Dois Irmãos começa quase no topo do Vidigal, você pode subir a pé, de moto táxi ou de van, a pé demora uma hora e meia, preferimos ir de moto, para já começar com adrenalina, e coloca adrenalina nisso hahaha.

A rua é estreita e mal cabe um carro na rua, e as motos em alta velocidade fazendo as curvas sem saber o que vem a frente, foi demais! Ele nos deixou no campo de futebol, onde começa a trilha morro dois irmãos.

Passamos o campo e avistamos a trilha, fica no canto do campo, quase atrás de algumas casas, se você for fazer a trilha morro dois irmãos, não tire fotos no local para respeitar a privacidade dos moradores.

A trilha é íngreme, mas muito tranquila para fazer, e confesso que de todas as trilhas que já fiz na vida, essa foi a mais limpa, nada de lixo na trilha morro dois irmãos, os moradores ajudam a preservar o local limpo.

Fomos devagar e parando para fotos, quando chegamos lá em cima ficamos admirados com a vista, é simplesmente indescritível! Se você está procurando o que fazer no Rio de Janeiro, anota aí Trilha Morro Dois Irmãos que vale muito a pena!

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Ficamos um pouco lá em cima admirando aquele espetáculo de paisagem, e depois descemos, chegamos no início da trilha exatamente as 10:00 da manhã e tínhamos começado ela as 6:40 da manhã.

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Depois da trilha morro dois irmãos fomos conhecer a Favela do Vidigal. Já adianta que você deve incluir a Favela do Vidigal no seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, é um experiência maravilhosa. Saímos do campo onde começa a trilha e subimos até o final do Vidigal onde encontramos um hotel espetacular, o Mirante do Arvrão.

Foi uma das vistas mais lindas do Rio de Janeiro, tomamos um suco e descansamos um pouco naquele lugar maravilhoso. E descemos o morro de Van, pela bagatela de R$ 2,50. Ao final chamamos um Uber para voltar para o hostel, pois o tempo estava curto e o dia estava apenas começando.

Descansamos um pouco, almoçamos, nos arrumamos e as 14:30 já estávamos partindo para a casa da Mari, uma amiga que mora no Rio, lá era o encontro para o Ultra Music Festival, aqui chamamos de “esquenta” e lá eles chamam de “pré”.

Conversamos, bebemos e matei um pouco da saudade que eu estava da galera, logo chamamos 4 Ubers e fomos para o Sambódromo da Marquês de Sapucaí que foi onde aconteceu o Ultra Music Festival.

O festival foi sensacional, apesar de eles terem que montar o palco inteiro em 4 dias, era para ser primeiro no Aterro do Flamengo e depois na Quinta de Boa Vista, mas em cima da hora tiveram que mudar de lugar, mesmo assim estava espetacular.

A energia da galera contagiava e o som estava ótimo, mas acredite, fazer trilha de manhã e pegar balada a tarde, não foi a melhor das ideias hahaha. Eu não aguentava mais de dor nas pernas, mas sou daquelas pessoas que gosta de fazer tudo que tem para fazer nos lugares quando viajo, deixo para descansar em casa hahaha. Era quase 23:00 quando me rendi ao cansaço e fomos embora, dormi como um anjo assim que chegamos no hostel.

Dia 05 – Aterro do Flamengo – Praia de Copacabana – O que fazer no Rio de Janeiro

O que fazer no Rio de Janeiro

Aterro do Flamengo

Acordamos e fomos almoçar, depois fomos andar no Aterro do Flamengo, que lugar lindo e traz uma paz, ver as pessoas sentadas na sombra, lendo ou conversando, apenas contemplando a beleza do lugar e descansando da vida corrida do dia a dia, a paz do Aterro do Flamengo era contagiante. Inclua o Aterro do Flamengo no seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro, é ótimo para renovar as energias.

Como eu queria muito andar de bicicleta, fizemos vários quilômetros andando para encontrar as bicicletas para alugar, mas infelizmente todos os postos estavam vazios. Quando cansamos de andar, chamamos um Uber e fomos para Copacabana, eu não quis ir para a praia, não gosto de praias superlotadas, então sentamos em um quiosque beira mar, tomei 2 cocos, vários chopps e comemos uma porção de camarão ótima, que compensou o atendimento precário.

Voltamos para o hostel, era hora de se despedir do meu namorado e agradecer pelo final de semana. Depois que ele foi para o aeroporto arrumei as coisas para a trilha do dia seguinte e dormi cedo porque a aventura começava ao nascer do sol.

Dia 06 – Trilha da Pedra da Gávea – Praia do Pepe – Barra da Tijuca – O que fazer no Rio de Janeiro

Acordei as 5 da manhã, conferi a mochila e tomei um café reforçado, as 6 horas meu amigo Marcos que mora no Rio chegou, ele foi o único que topou a trilha da Pedra da Gávea, eita povo preguiçoso hahaha. Apesar de morar no Rio de Janeiro, Marcos também nunca tinha feito a trilha antes.

Fomos direto para a estrada do Sorimã na Barra da Tijuca que é onde começa a trilha. Começamos a trilha as 7:20 da manhã. (Quer saber mais sobre a Gávea? Contei como foi a minha aventura na Trilha da Pedra da Gávea e também fiz um passo a passo para quem quer fazer a trilha, clique aqui e confira!). O começo foi a parte mais difícil em questão de condicionamento físico, outro fator foi que o horário de verão tinha começado um dia antes e o organismo ainda não estava acostumado.

Era quase uma escadaria, você vai subindo por troncos e raízes, bem íngreme, tem que cuidar muito o joelho, principalmente na descida, força bastante. Paramos algumas vezes para tomar água, não esqueça de levar no mínimo 2 litros de água para a trilha da Pedra da Gávea!

Na metade do caminho tem uma bica com água potável, que na descida você pode abastecer as garrafas, lá encontramos um senhor que estava subindo, ele trabalha na carrasqueira, carrasqueira é uma parte da trilha da Pedra da Gávea, onde você escala por pedras, muito íngreme e não tem como chegar ao topo sem passar por ela, é a parte mais perigosa da trilha, várias pessoas já morreram no local.

Subimos com esse senhor supersimpático, desaceleramos um pouco o passo, o que ajudou a respirar melhor, ele trabalha na carrasqueira a muitos anos, ajuda as pessoas a subirem, e caso não consigam, ele as resgata, e cobra apenas R$ 20,00 pelo serviço.

Chegou a nossa vez de subir na carrasqueira e só tenho uma palavra para esse trecho da trilha da Pedra da Gávea: UAU! A adrenalina toma conta, e como eu adoro essa sensação, o cérebro fica 100% focado. Uma dica, jamais olhe para baixo hahah.

O senhor do resgate me ajudou a subir, apenas indicando onde eu deveria colocar a mão ou o pé. Na carrasqueira além de força nas pernas, exige muita força nos braços, a subida é sem equipamentos ou cabos, apenas o uso da força física e mental, acho que mais mental que física. Você tem que mentalizar que vai conseguir e conseguirá.

Várias pessoas desistem do restante da trilha da Pedra da Gávea quando chegam na carrasqueira, e se você tem medo de altura está aí uma ótima chance de vencer seus medos.

Depois da gratidão por ter conseguido subir, a trilha se torna muito simples, ainda com a adrenalina no corpo chegamos no topo rapidamente. E quando você chega no topo, preparasse que o seu esforço será totalmente recompensado.

O meu coração pulava de alegria, foi a vista mais linda que eu já tive na vida, sabe criança quando toma sorvete pela primeira vez? Eu estava assim hahaha. Fomos em todos os cantinhos para ver o Rio de Janeiro em todos os ângulos possíveis, tiramos algumas fotos maravilhosas.

Tivemos muita sorte de sermos quase os primeiros a chegar, então conseguimos fotos exclusivas sem ninguém por perto. Ficamos em torno de uma hora lá em cima, comemos um lanche, descansamos e nos preparamos para voltar, já estava enchendo de gente lá em cima.

Na volta encontramos muita gente subindo e na carrasqueira para subir já tinha fila, então fica a dica aí: suba cedo! Como muitas pessoas travam no meio da carrasqueira, demora muito a subida se você tem que esperar todos irem no seu ritmo.

A decida foi muito rápida, é só voltar por onde você veio e cuidar para não forçar o joelho. Chegamos na entrada da trilha exatamente meio dia, totalizando 4 horas e 40 minutos de trilha, ou seja, não acredite nos relatos por aí que você vai demorar 8 horas para fazer a trilha, a não ser, é claro, que você suba tarde e não tenha o mínimo de condicionamento físico.

Se você for cedo, conseguira terminar antes. Eu mesma fui preparada para uma trilha muito mais assustadora e mortal, que era como falavam da Gávea por aí, trabalhei no meu condicionamento físico por meses para fazer essa trilha, e foi bem mais fácil do que eu esperava, mas digo novamente, vá cedo e tenha um bom condicionamento físico que tudo ficará bem. (Conto muito mais sobre a minha aventura na Trilha da Pedra da gávea, nesse artigo – clique aqui, nele também deixo um passo a passo para quem quer fazer a trilha da Pedra da Gávea). A trilha da Pedra da Gávea com certeza foi um dos pontos mais altos da minha viagem, inclua com certeza no seu roteiro com o que fazer no Rio de Janeiro que você não se arrependerá.

Na volta pegamos o carro na estrada do Sorimã e fomos almoçar um salmão delicioso. Depois fomos dar um mergulho na Praia do Pepe na Barra da Tijuca que fica pertinho da trilha da Pedra da Gávea, um mergulho merecido pós trilha da Pedra da Gávea, não é mesmo? Na volta paramos na Vista Chinesa, que vista linda! Quando cheguei no hostel, perto das 5 da tarde, só consegui tomar uma ducha e deitar na cama, aí sim senti a dor pós trilha.

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Dia 07 – A volta para casa

Acordei cedo, tomei um café, me despedi da galera do hostel e fui para o aeroporto para voltar para casa. Com o joelho doendo muito pelo esforço do dia anterior, pernas em lascas, dor no corpo todo, mas incrivelmente feliz com mais um sonho realizado. Eu venci a Pedra da Gávea! Obrigada Rio de Janeiro!

Segue o vídeo dessa minha aventura no Rio de Janeiro:

Gostou da minha aventura no Rio de Janeiro? Deixe um comentário! Caso tenha ficado alguma dúvida sobre o que fazer no Rio, me pergunta que eu respondo aqui, ok?

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19 Comentários

  1. Raissa lourranny

    Oii cheila anja amei o seu blog sou nova aqui ,eu moro no rio e tenho alguns outros lugares pra vc visitar na proxima vez que você vim aqui

    1-praia do arpoador
    Eu fui nessa praia antes de ontem dia 13/01
    E amei la é super confortavel a agua e bem clarinha da ate pra fazer um mergulho traquilo ,e la tem a pedra do arpoador que e bem legal de tirar fotos (essa pedra n é mt grande mais é bem legal)
    e tbm la n é mt fundo ,em fim é mt bom rsrs
    2-Museo do amanha la é um lugar super bonito , que o assunto de la é entrar no mundo ciêntifico la você sente q vc ta viajando pro passado e pro futuro. Etc la eu tive uma experiência mt confortante e la é bom pra aquelas pessoas q n gostam mt de de prestar atenção na aula rsrs
    3-floresta do jardim botanico la é floresta ne rsrs que tem varios tipos de arvores,flores etc la é mt bom pra quem amaa de paixão a natureza como eu .
    4-rio water planet ,la é um parque aquatico mt legal ,la tem varios toboaguas famosinhos e radicais la tem alguns lugares q vc pode comer uma comida deliciosa.
    5-alagoa- agora esse lugar eu so recomendo se vc gosta de passear com a familia em lugares calmos la tem varias atividades otimas, tem otimos minis retaurantes tem shows , tem passeio de helicoptero e passeio de barco
    Bjjss amei ler o seu blog

    • Como eu amo receber comentários lindos assim Raissa! <3
      Anotei tuuudinho já e pode ter certeza que na próxima vez que eu for para o Rio eu vou fazer tudo! Obrigada pelo carinho, beijão!

  2. BHW

    Oh my goodness! Incredible article dude! Thanks, However I
    am experiencing issues with your RSS. I don’t know why I cannot join it.
    Is there anybody getting similar RSS issues? Anyone who knows the answer can you kindly respond?

    Thanx!!

  3. Bianca Antunes

    Adorei o artigo
    Gostaria de receber a planilha!

  4. Gabi

    Olá,
    Eu queria saber o nome do hostel que você ficou, a época que você foi e mais ou menos quanto gastou no total.
    Beijos, adorei muito seu post!

  5. gostei muito do seu blog, li muitos posts hj, estou comentando neste pois foi o ultimo e como ja fui bastante ao Rio, (inclusive estava nos dois dias do Ultra rs), curti as fotos na Pedra da Gavea (ainda não fui).
    A maioria da sua lista dos 40 lugares também estão na minha….Atacama, Yuni e Noronha já tive o imenso prazer de ver pessoalmente. Mes passado estive em Morro de São Paulo, se não conhece sugiro pesquisar pois é lindo demais.

    • Olá Laerte, que ótimo ler um comentário assim! Obrigada 🙂 Já ouvi falar do Morro de São Paulo sim e achei muito lindo, assim que tiver oportunidade quero muito conhecer!

  6. Luciana

    Menina o seu blog é de tirar o folego. Viajarei para O Rio dia 25/08 desse ano, Ficarei 9 dias. Vou rascunhar o meu roteiro com base nas suas dicas e dicas de uma amiga que foi pra lá no Natal. Vou postar aqui e pedir sua opinião.Tenho 45 anos, sou sedentária tenho medo da trilha hahahaha.

    • Hahahaha obrigada! Tenho certeza que você vai adorar, o Rio é apaixonante! Faz a trilha dois irmãos que é mais leve, vai devagar, não tem muita subida, tenho certeza que a vista vai compensar! 😀

  7. Evelyn

    Oiii !!! Amei suas fotos! Qual editor você usa para elas ??

    • Olá Evelyn, obrigada! Uso o snapseed, fiz o artigo com um tutorial aqui: oquefazer.blog.br/qual-aplicativo-eu-uso-para-editar-minhas-fotos-de-viagem-tutorial-snapseed/

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